Quinta-feira, 12 de Abril de 2007
Ó pai, onde é que trabalha o bancário?
Filho, procura a raíz da palavra. "bancário" é da família de... "BANCO!".
Boa! Isso mesmo.
Ó pai, e onde é que trabalha o padre?
Ah! Já sei! É na padaria!!
Oh raios... Ele não sabia mesmo o que era um padre. Sinal dos tempos ou da convivência?
Segunda-feira, 2 de Abril de 2007
É nestas alturas que…
Ficamos a pensar que "se calhar" estamos a ir um pouco longe demais.
Ao preencher um questionário online de registo na PS Network,

Sábado, 6 de Janeiro de 2007
O BOI dos boicotes é a RIAA
Enquanto assíduo da
melhor e mais completa loja de música online, tenho seguido entre o divertimento e a preocupação
mais esta novela da RIAA.
Entre as ameaças, pressões, difamações e outras bacoradas dos pistoleiros (leiam-se advogados) da RIAA contra o allofmp3.com, receei mais do que o fim do serviço, a inércia aparente da comunidade. Pouco mais se viu para além do tradicional protesto ineficaz e bocejante da Electronic Frontier Foundation e de alguns posts por aí.
Até que...
Uma daquelas histórias que fazem a história na net aconteceu no país das louras e dos Svens.
Não é que um
ISP sueco decide barrar o acesso dos seus utilizadores ao allofmp3.com? Na melhor tradição chinesa,
todas as ligações ao(s) IPs do serviço foram barradas sem apelo nem agravo. Nem os protestos dos clientes do ISP contra esta nova forma de neo-maoismo sueco, nem as reacções dos bloggers mais atentos, nada, mas mesmo nada demovia o ímpeto ditatorial dos senhores administradores do ISP.
Até que soam as trombetas e chega...
A cavalaria.
O maior, mais popular e bem frequentado serviço de torrents do universo,
thepiratebay.org decide ripostar. Como?
Barrando o mesmo ISP de aceder aos seus trackers. Agora, os pobres Svens, Helgas e Friedrikssons, que já tinham ficado sem a sopa, viam-se privados dos bifes e da sobremesa (leiam-se os torrents mais desejados).
Ora como sueco que é sueco não está disposto a ficar sem a chicha. E choveram facas e canivetes. Começou a debandada dos clientes para outros ISPs. A reacção dos virtuosos ditadores não se fez esperar e lá
cederam, reabrindo o acesso antes barrado. Os Svens podem finalmente, para além dos torrents, comprar música a um preço justo e livre de amarras de DRM para poderem usufruir livremente da mercadoria musical que decidam comprar.
Como dizia o Perestrelo, "É disto que o meu povo gosta".
Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2007
Top de brinquedos de Natal 2006
Os mais usados saidos debaixo da árvore de Natal.
Os miúdos de 7 e 8 anos:

e ainda...

Para a de 13 anos

Para a de 38 anos

Para o de 42 anos

Para todos

Agora descubram o padrão :P
Goddamit! Que cambada de gadgeteers
Quinta-feira, 2 de Novembro de 2006
Ah! A alegria de viver na Europa!
Não me levem a mal. Eu não troco a Europa pelos EUA de maneira nenhuma. Até me sinto no melhor dos mundos, dividido nos meus cinco sentidos entre o continente africano e o europeu.
Mas...
Há dias em que custa. Mas custa mesmo muito!
Como qualquer dos mortais de orelha crescida, tenho uma conta no iTunes. Quanto mais não seja, para aproveitar algumas das mariquices do software (download de capas, jogos para iPod, etc). E como qualquer europeu, dou de nariz na porta nas novidades da iTunes Store (sejam filmes, música, séries, etc).
Tudo por causa desta história totalmente anacrónica da limitação dos direitos de emissão/distribuição de conteúdos pelos vários continentes. Será que alguém ainda vê alguma razão para manter esta regra pateta nos dias de hoje?
É absurdo. Eu vejo o Conan, o Leno, os Óscares e toda essa amálgama de carne picada produzida nos EUA, mas depois não posso... comprar? Então e o meio quilo de de pá de porco que está na montra não pode ser vendido? É só para cheirar? Ou é para eles nos olharem de cima do filet mignon com a língua de fora e fazerem pirraça?
O pior é que depois queixam-se com a pirataria. Os filmes demoram meses a chegar. A música chega a demorar semanas, quando chega. As séries, nem pensar. A solução é óbvia: piratear. Ao menos, se não nos acenassem com o raio da cenoura. Mas não! Todo o dia lá vem uma novidadezinha que "vocês os europeus não podem ter!"
Mas a loja online do iTunes é amiga. Não nos dá o The Office na versão americana, mas premeia-nos com doses gigantes de humor com os seus destaques musicais:

Lá a música alternativa alemã e o pop sueco, ainda vamos conseguindo engolir, mas... Soul turco ? Tipo... A Aretha Franklin de burka vestida a cantar um gospel árabe é? Ou será o Ottis Reding de bigode a cantar o sitting on the dock of the .. black sea?
Mas eles não páram! Depois de uma dose de soul turco, segue-se o primor do rock holandês, essa meca da música! Mal posso esperar para comprar. Comprar, comprar e comprar, para juntar à enorme colecção de Folk dos balcãs lá de casa. Sempre gostava de saber se os gringos têm acesso a isto :>
Eu cá espero que não! Sempre nos podemos vingar acenando com o último álbum do Boban Markovic ou com as pérolas romenas do Taraf Haidukis. Ah não posso sacar o último da Pixar? Então se queres o último do Yolculuk tens de cá vir piratear ao burgo.
Toma lá gringo! Eat my dirt!

P.S. Enquanto escrevia o post, ouvia Bulutsuzluk Ozlemi saído em Abril, no iTunes... Europa.
Segunda-feira, 24 de Julho de 2006
As 3 diferenças


Eu bem sei que isto dos exercícios lúdicos de verão se querem feitos à beira da piscina com as mãos a pingar a limão e ruidos de férias ao longe. Mas fazendo um esforço mais, até conseguimos encontrar algumas diferenças entre as duas capas. (Sim. Ambas são capas de jornal. Sério! Pá... Mesmo!)
- A da Ana Malhoa foi na silly season. A do Carrilho não foi.
- O site da Ana Malhoa foi abaixo por excesso de visitas. O do Carrilho que alojava 100.000 sites, foi abaixo porque ele assim o ordenou.
- A Ana vai vender mais discos depois disto. O Carrilho foi "remodelado".
Enfim aceitam-se sugestões para adicionar a esta lista. Eu vejo mais parecenças do que diferenças.
P.S. E afinal de contas, a Ana Malhoa nem está despida. Oh raios!
Sábado, 22 de Julho de 2006
Dress code
Há dias dei de caras com
este mimo. Pelos vistos reina a confusão nos meios jornalísticos da Madeira.
É sempre um bom indicador da entrada na "silly season" quando se começa a bater com a cabeça na pedra (leia-se Alberto João). Desta vez tem a ver com o estabelecimento de regras de indumentária para os jornalistas que fazem o seu trabalho na assembleia regional. Impossível não atiçar o lume de um cozinhado destes.
Diverte-me observar as movimentações da classe mais corporativista do planeta (sim, os jornalistas) que estrebucha sempre que um dos seus arautos é beliscado. E cada beliscadela é vista como uma tentativa vil e torpe de alguém que lhes quer entupir a tuba com uns metros de esparadrapo, impedindo-os de concretizar o seu destino divino de revelar a verdade aos portugueses.
A mesma verdade que sairia das suas cornetas e trompetes se um deputado aparecesse na assembleia com dreadlocks, calças com cintura descaída pela zona púbica, ou sandálias chulézeiras nos pés. Imaginem o banquete jornalístico que daria uma entrada do Jaime Gama em direcção ao púlpito vestido de camisa branca brilhante e aberta, pelúcia à vista anichando um medalhão dourado, ou o Marques Mendes em traje surfista. Melhor ainda: o Louçã vestido de campino do ribatejo ou o Paulo Portas de calças largas e boné à rapper da margem sul.
Litros de tinta seriam gastos nas fotos e nos textos moralistas da dita corporação.
Comigo seria simples. Se há dress code, eu bazo e pronto.
Sábado, 27 de Maio de 2006
Aaaah! Vida saudável.

Nada como ir a uma Pans & Company, pedir uma "York", depositá-la cuidadosamente sobre um tabuleiro (leia-se montra publicitária), abrir a sanduíche como quem desembrulha um brinquedo, para nos depararmos com... isto!
Ok. Andar a vender latas de "Milo" ou "Nesquik" dizendo que são fortificantes é publicidade enganosa e deve ser banida; mas que dizer destas camadas de celulose pintada que habitam os tabuleiros dos restaurantes de fast food?
"Encontrei o equilíbrio", "Estilos de vida saudável" e outros mimos, são frases que lemos no McDonald's, Pans & Company e outros agentes do imperialismo expansivo das nossas barriguinhas. Publicidade mais enganosa não existe. É como falar das virtudes de fiabilidade e segurança de um Fiat ou da imparcialidade do jornalismo da redacção do jornal X. É simples e descaradamente falso.
Já para não falar nos problemas de consciência que isto cria. É que nem do ponto de vista publicitário isto faz sentido. Então um adulto maior e vacinado já se contorce de remorso quando se dirige ao balcão. Esse adulto já sabe que vai pecar. Ainda por cima dizem que é pecado mortal. O pecador não precisa da liçãozinha de moral ali, mesmo à frente do banho de bacon derretido. Isto é quase como ser recebido pelo padre numa casa de prostitutas. Não há mesmo necessidade.
Domingo, 16 de Abril de 2006
The Back Room (Editors)

Olha olha! Já não ouvia nada tão parecido com Julian Cope e os Teardrop Explodes há tanto tempo! Riffs de guitarra em overdose de ritmo, batidas frenéticas sempre ligadas a uma linha de baixo simples e eficaz, eco e reverb QB para vozes e guitarra. Na era pós punk dos anos 80, dezenas de bandas soavam assim. De repente e sem pré-aviso, isto lembra-me os Big Country no primeiro álbum, "The Crossing" com uns laivos de Echo & The Bunnymen dos primeiros anos. Talvez um pouco polidos demais, diria.
E não é que já tinha saudades disto? Vi-os no Conan o outro dia e fui a correr ao allofmp3.com comprar o álbum. Rox :)
Sexta-feira, 14 de Abril de 2006
Ainda e sempre os teclados
Acabo de descobrir uma utilização nova para o M$ Keyboard With Fingerprint Reader :)
Sendo óbvio que um dos problemas do Windows é o facto por default os users serem simultaneamente administradores, acabo de descobrir a "ONE FINGER" solution para o problema.

O processo é simples: retirar a conta default do grupo "administrators" e criar uma nova com esses privilégios.
Assignar uma impressão digital a cada conta et voilá. De cada vez que preciso de admin, basta usar o dedo médio enquanto recolho o anelar e o indicador. Num ápice, estou autenticado como admin. Para voltar, basta usar o outro dedo assignado à conta default.
Eu diria que esta foi a melhor contribuição da M$ para a "segurança" do Windows :P